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Polonia

Fonte: www.webbusca.com.br

Polônia

Nome oficial: República da Polônia (Rzeczpospolita Polska).
Nacionalidade: polonesa.
Data nacional: 3 de maio (Dia da Pátria).
Capital: Varsóvia.
Cidades principais: Varsóvia (1.628.500), Lódz (818.000), Cracóvia (740.700) (1996).
Idioma: polonês (oficial), alemão.
Religião: cristianismo 92% (católicos 90,7%, ortodoxos 1,3%), outras 8% (1995).

Geografia da Polônia

Localização: centro-norte da Europa.
Hora local: +5h.
Área: 312.685 km2.
Clima: temperado continental.
Área de floresta: 87 mil km2 (1995).

População da Polônia

Total: 38,8 milhões (2000), sendo poloneses 98,7%, ucranianos 0,6%, outros 0,7% (1996).
Densidade: 124,09 hab./km2.
População urbana: 65% (1998).
População rural: 35% (1998).
Crescimento demográfico: 0,1% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 1,53 filho por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 68/77 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 15 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 0,2% (2000).
IDH (0-1): 0,814 (1998).

Política da Polônia

Forma de governo: República com forma mista de governo.
Divisão administrativa: 16 províncias.

Principais partidos: coalizão Ação Eleitoral Solidariedade (AWS), coalizão Aliança Esquerda Democrática (SLD), União da Liberdade (UW), Partido dos Camponeses da Polônia (PSL), Movimento pela Reconstrução da Polônia (ROP).

Legislativo: bicameral - Senado, com 100 membros; Câmara, com 460 membros. Ambos eleitos por voto direto para mandato de 4 anos.

Constituição em vigor: 1997.

Economia da Polônia

Moeda: zloty.
PIB: US$ 158,6 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 5% (1998).
PIB indústria: 32% (1998).
PIB serviços: 63% (1998).
Crescimento do PIB: 4,6% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 3.910 (1998).
Força de trabalho: 20 milhões (1998).
Agricultura: batata, beterraba, trigo, centeio, cevada, framboesa.
Pecuária: bovinos, suínos, aves.
Pesca: 390,6 mil t (1997).
Mineração: gás natural, carvão, enxofre, cobre, prata.
Indústria: máquinas, automobilística, alimentícia, metalúrgica, química, bebidas.
Exportações: US$ 28,2 bilhões (1998).
Importações: US$ 47,1 bilhões (1998).
Principais parceiros comerciais: Alemanha, Itália, Federação Russa, Reino Unido, França, Holanda (Países Baixos).

Defesa da Polônia

Efetivo total: 240,7 mil (1998).
Gastos: US$ 3,4 bilhões (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

Polônia

Ano de adesão à União Europeia: 2004
Sistema político: República
Capital: Varsóvia
Superfície: 313 000 km²
População: 38,2 milhões de habitantes
Moeda: zloty
Língua falada no país: Polaco

Mapa da Polônia

    Mapa da Polônia

O Norte da Polónia, que se estende até ao Mar Báltico, é quase exclusivamente constituído por terras baixas enquanto a Sul se eleva a cordilheira dos Cárpatos (incluindo o maciço de Tatra). A Masúria é a maior e mais visitada região de lagos da Polónia.

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/polonia/imagens/polonia-4.jpg

A Polónia é um Estado milenar que, no século XVI, era também um dos mais poderosos da Europa. O rei João III Sobieski da Polónia fez levantar o cerco de Viena em 1683, pondo termo à ameaça de uma eventual ocupação da Europa Ocidental.

A Polónia possui uma grande riqueza em recursos minerais naturais, nomeadamente, sal-gema, formando as minas de sal de Wieliczka uma verdadeira cidade, talhada na rocha de sal, com um sanatório, um teatro, uma igreja e um café, onde tudo, desde as escadas aos candelabros, é feito de sal.

Copérnico e o Papa João Paulo II estudaram na Universidade de Cracóvia, que data do século XIVA actual Constituição polaca data de 1997. O Presidente é eleito por sufrágio universal por um mandato de cinco anos. Os 460 membros da Câmara Baixa do Parlamento (o Sejm) e os 100 membros do Senado são eleitos directamente, de acordo com o sistema de representação proporcional, por um mandato de quatro anos.

A cozinha tradicional polaca inclui a sopa de beterraba, a couve recheada (folhas de couve recheadas com carne e arroz) e os pierogi (uma espécie de ravióis recheados com couve e cogumelos, por exemplo).

Entre os polacos mais famosos destacam-se o astrónomo Copérnico, o compositor Chopin, a cientista Maria Curie-Sklodowska, os realizadores de cinema Roman Polanski e Krzysztof Kieslowski e o Papa João Paulo II.

Fonte: europa.eu

Polônia

A PolóniaPE ou PolôniaPB (em polaco Polska; nome oficial República da Polónia; Rzeczpospolita Polska) é um país da Europa Central que limita com a Alemanha a oeste, com a República Checa e a Eslováquia ao sul, com a Ucrânia e a Bielorrússia a leste e com a Lituânia e o enclave russo de Kaliningrado ao norte. É banhada pelo mar Báltico ao norte. Ademais, possui uma fronteira marítima com a Dinamarca e a Suécia. Sua superfície total é de 312.683 km², o que a torna o 68º maior país do mundo. Sua população é de mais de 38,5 milhões de habitantes, concentrados principalmente em grandes cidades como Cracóvia e a capital Varsóvia.

O primeiro Estado polaco foi criado em 966, com um território muito semelhante ao da moderna Polónia. Tornou-se um reino em 1025 e, em 1569, fortaleceu uma longa associação com o Grão-Ducado da Lituânia para criar a Comunidade Polaco-Lituana. Esta associação desmoronou em 1795. A Polónia recuperou sua independência em 1918, após a Primeira Guerra Mundial, mas tornou a perdê-la durante a Segunda Guerra Mundial ao ser ocupada por tropas nazistas e soviéticas. Com o fim do conflito, emergiu como um país comunista, integrante do bloco sob controle da antiga União Soviética. Em 1989, o governo comunista foi derrubado e a Polónia inaugurou a fase informalmente conhecida como "Terceira República Polaca". Atualmente, a Polónia é uma democracia liberal, membro da União Europeia, da OTAN, da OCDE e da OMC.

História da Polónia

Origem

A Polónia foi fundada em meados do século X, pela dinastia Piast. O primeiro governante polaco historicamente verificado, Mieszko I, foi batizado em 966 e adotou então o catolicismo como religião oficial do seu país. No século XII, a Polónia fragmentou-se em diversos Estados menores, que foram posteriormente devastados pelos exércitos mongóis da Horda Dourada em 1241, 1259 e 1287. Em 1320, Ladislau I tornou-se rei de uma Polónia reunificada. Seu filho, Casimiro III, é lembrado como um dos maiores reis polacos da história. A Peste Negra, que afetou grande parte da Europa de 1347 a 1351, não chegou à Polónia.

Idade do ouro

Sob a dinastia Jaguelônica, a Polónia forjou uma aliança com seu vizinho, o Grão-Ducado da Lituânia. Começou então, após a União de Lublin, uma idade do ouro que se estendeu ao longo do século XVI e que deu origem à Comunidade Polaco-Lituana. A szlachta (nobreza) da Polónia, muito mais numerosa do que nos países da Europa Ocidental, orgulhava-se de suas liberdades e de seu sistema parlamentar. Durante este período próspero, a Polónia expandiu suas fronteiras de modo a tornar-se o maior país da Europa.

As partilhas da Polónia

Em meados do século XVII, uma invasão sueca (o chamado "Dilúvio") e a revolta cossaca de Chmielnicki, que devastaram o país, marcaram o final da idade do ouro. A gradual deterioração da Comunidade, que passou de potência europeia a uma situação de quase anarquia controlada pelos vizinhos, foi marcada por diversas guerras contra a Rússia e pela ineficiência governamental causada pelo Liberum Veto (segundo o qual cada um dos membros do parlamento tinha o direito de dissolvê-lo e de vetar projetos de lei). As tentativas de reformas foram frustradas pelas três partilhas da Polónia (1772, 1793 e 1795) que condenaram o país a desaparecer do mapa e seu território a ser dividido entre Rússia, Prússia e Áustria.

Os polacos ressentiram-se desta situação e rebelaram-se em diversas ocasiões contra as potências que partilharam o país, em especial no século XIX. Em 1807, Napoleão reestabeleceu um Estado polaco, o Ducado de Varsóvia, mas em 1815, após as guerras napoleônicas, o Congresso de Viena tornou a partilhar o país. A porção oriental coube ao tsar russo, e era regida por uma constituição liberal. Entretanto, os tsares logo trataram de restringir as liberdades polacas e a Rússia terminou por anexar de facto o país. Posteriormente no século XIX, a Galícia (então governada pela Áustria) e, em particular, a Cidade Livre de Cracóvia, tornaram-se um centro da vida cultural polaca.

A reconstituição da Polónia

Durante a Primeira Guerra Mundial, os Aliados concordaram em restabelecer a Polónia, conforme o ponto 13 dos Catorze Pontos do presidente norte-americano Woodrow Wilson. Pouco depois da rendição alemã de novembro de 1918, a Polónia recuperou sua independência, numa fase histórica conhecida como "Segunda República Polaca". A independência foi reafirmada após uma série de conflitos, em especial a Guerra Polaco-Soviética (1919-1921), quando a Polónia infligiu uma derrota acachapante ao Exército Vermelho.

O golpe de maio de 1926, por Józef Pilsudski, entregou as rédeas da república polaca ao movimento Sanacja (uma coalizão em busca da "limpeza moral" da política do país). Este movimento controlou a Polónia até a eclosão da Segunda Guerra Mundial, em 1939, quando tropas nazistas (em 1º de setembro) e soviéticas (em 17 de setembro) invadiram o país. Varsóvia capitulou em 28 de setembro. Conforme o Pacto Ribbentrop-Molotov, a Polónia foi partilhada em duas zonas, uma ocupada pela Alemanha e outra, a leste, ocupada pela União Soviética.

De todos os países envolvidos na guerra, a Polónia foi o que mais perdeu em vidas, proporcionalmente à população total: mais de seis milhões de habitantes morreram, metade deles judeus. Foi da Polónia a quarta maior contribuição em tropas para o esforço de guerra aliado, após a URSS, o Reino Unido e os EUA. Ao final do conflito, as fronteiras do país foram movidas na direção oeste, de modo a levar a fronteira oriental para a linha Curzon. Entrementes, a fronteira ocidental passou a ser a linha Óder-Neisse. A nova Polónia emergiu 20% menor em território (menos 77.500 km²). O redesenho dos limites forçou a migração de milhões de pessoas, principalmente polacos, alemães, ucranianos e judeus. O país foi um dos que mais sofreu com o Holocausto nazista.

A Polónia comunista do pós-guerra

A União Soviética instituiu um novo governo comunista na Polónia, semelhante ao do restante do bloco soviético, o que levou a um alinhamento militar com o Pacto de Varsóvia ao longo da Guerra Fria. Em 1948, instalou-se um regime totalitário de molde estalinista. A República Popular da Polónia (Polska Rzeczpospolita Ludowa) foi oficialmente proclamada em 1952. Em 1956, o regime de Wladyslaw Gomulka tornou-se temporariamente mais liberal, ao libertar diversas pessoas da prisão e aumentar algumas liberdades individuais, situação que se repetiu nos anos 1970 com Edward Gierek, embora persistisse a perseguição contra a oposição aos comunistas.

As agitações trabalhistas de 1980 levou à formação do sindicato independente "Solidariedade" (Solidarnosc) que, com o tempo, tornou-se uma força política. Em 1989, venceu as eleições parlamentares. Lech Walesa, um candidato do Solidariedade, venceu as eleições presidenciais em 1990. O movimento Solidariedade prenunciou o colapso do comunismo na Europa Oriental.

A Polónia pós-comunista

Um programa econômico de choque conduzido por Leszek Balcerowicz no início dos anos 1990 dotou o país de uma economia de mercado. Apesar de retrocessos temporários em índices sociais e econômicos, a Polónia foi o primeiro país pós-comunista a atingir o seu nível de PIB pré-1989. Os direitos individuais foram ampliados, como a liberdade de expressão. Em 1991, a Polónia tornou-se membro do Grupo de Visegrád; em 1999, da OTAN, juntamente com a República Checa e a Hungria. A Polónia aderiu à União Europeia em 1 de maio de 2004.

Política da Polónia

A Polónia é uma democracia liberal que adota o sistema parlamentarista de governo. O presidente é o chefe de Estado e o primeiro-ministro, chefe de governo. O governo compõe-se do conselho de ministros (gabinete). Incumbe ao presidente nomear o governo por proposta do primeiro-ministro, com base na maioria parlamentar (ou de coalizão) da câmara baixa do parlamento (o Sejm). O presidente é eleito por voto direto a cada cinco anos. Os membros do Sejm são eleitos pelo menos a cada quatro anos por voto direto.

O parlamento polaco constitui-se de duas câmaras: o senado, com 100 cadeiras, e o Sejm, com 460 cadeiras. Este último é eleito por representação proporcional. Com exceção de partidos de minorias étnicas, apenas as agremiações que ultrapassem 5% dos votos nacionais podem ter deputados no Sejm. Quando em sessão conjunta, o senado e o Sejm formam a Assembléia Nacional (Zgromadzenie Narodowe), convocada quando o presidente assume o cargo, é indiciado pelo Tribunal de Estado ou é declarado incapaz devido a sua saúde.

O poder Judiciário inclui o Supremo Tribunal da Polónia (Sad Najwyzszy), o Supremo Tribunal Administrativo, o Tribunal Constitucional e o Tribunal de Estado.

Subdivisões da Polónia

As atuais dezesseis províncias da Polónia ("voivodias", polaco województwa, singular województwo) baseiam-se nas regiões históricas do país. As voivodias são governadas por "voivodas" (governadores) e seus órgãos legislativos chamam-se sejmiks. As voivodias sub-dividem-se em powiaty (singular powiat).

Geografia da Polónia

A paisagem da Polónia consiste quase inteiramente em terras baixas da planície da Europa do Norte, com uma altitude média de 173 metros, embora os Sudetos (incluindo o Karkonosze) e os Cárpatos (incluindo os montes Tatra, onde se encontra o ponto mais alto da Polónia, o Rysy, com 2 499 m de altitude) formem a fronteira sul. Vários grandes rios atravessam a planície, nomeadamente o Vístula (Wisla), o Oder (Odra), o Wadra, e o Bug Ocidental. A Polónia contém ainda mais de 9 300 lagos, especialmente no norte do país. A Masúria (Mazury) é a maior e mais visitada região lacustre da Polónia. Sobrevivem restos das antigas florestas: veja a lista de florestas na Polónia.

A Polónia tem um clima temperado, com invernos frios, encobertos e moderadamente severos, com precipitação frequente, e verões suaves, com aguaceiros e trovoadas frequentes.

Economia da Polónia

Apresenta uma economia diversificada, dividida entre as indústrias de construção naval, produção de carvão, aço e energia elétrica, embora a agricultura seja a atividade econômica predominante.

O país é o sétimo produtor mundial de batata e o sexto de hulha. O lignito extraído na bacia de Turoszów proporciona 95% da energia consumida.

Depois de uma seca em 1994, a agricultura voltou a dinamizar-se e a fornecer produtos para exportação. A batata e a beterraba açucareira são os produtos agrícolas mais importantes, juntamente com o gado porcino.

Até ao início da década de 90, a Polónia foi uma economia planificada. Após a instauração do regime democrático a economia sofreu profundas reformas e tornou-se numa economia de mercado.

Demografia da Polónia

Desde o século XIV, a Polónia foi um estado multiétnico e multireligioso. Em 1385 a Polónia e a Lituânia assinaram o pacto da união pessoal (O Grão Duque da Lituânia foi também o Rei da Polónia). No século XVI o rei Zygmunt II August unificou os dois países (união real em Lublin - 1569). Foi fundado o Estado Polaco-Lituano. Neste século habitavam na Polónia 9 milhões de pessoas (40% eram polacos). As outras nacionalidades eram: os bielorussos, os ucranianos, os judeus, os arménios e os lituanos. No 1795 a Polónia foi invadida pela Rússia, a Áustria e a Prússia. Em 1918 recuperou a independência.

 

Antes da Segunda Guerra Mundial moravam 35 000 000 habitantes: polacos (69%) ucranianos (14%), judeus(8,4%) e biolorussos(4%), alemães (2,3%)e lituanos. Depois de 1945 a Polónia tornou-se um pais monolítico (polacos 98%).

Natal

Natal

Boze Narodzenie

Carnaval na Polônia

Carnaval

A época de celebrar o carnaval na Polônia e todo o período entre Ano novo e Quaresima. A maneira tradicional para celebrar o Carnaval na Polônia é o Kulig, um cavalo de passeio de trenó cobertos de neve em todo campo.

Cada vez mais hoje, especialmente entre os mais jovens, o carnaval é visto como uma desculpa para uma explosão de festa nas noites, e está se tornando cada vez mais comercializado em muitas lojas exibindo seleções especiais de mercadorias e roupas extravagantes para a época de Carnaval.

A151 anos...

    1. Revolta de Janeiro foi a mais longa insurreição 22 de janeiro de 1863, e os últimos insurgentes não foram capturados até 1865. Começou com um protesto  espontâneo por jovens poloneses contra o alistamento no Exército russo. A revolta foi logo apoiada por vários políticos e oficiais de alta patente polonesa do exército tzarista. Os revoltosos, logo cresceram em número e sem qualquer ajuda externa, foram forçados a recorrer à táticas de  guerrilha. Os insurretos não conseguiram qualquer vitória militar importante e nem no decorrer da campanha, qualquer grande cidade ou fortificação foi recapturada na Polônia ocupada. A revolta conseguiu, contudo, sucesso em neutralizar o efeito da abolição pelo Tzar   da servidão na partição russa, que tinha sido planejada para convencer os camponeses poloneses a não serem mais o suporte do restante da nação. As severas represálias contra os poloneses devido à revolta, tais como execuções públicas ou deportaçoes  para a Siberia, levaram muitos poloneses a abandonar a luta armada e a retornar à ideia de "trabalho orgânico" - o auto-aperfeiçoamento econômico e cultural.

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Andrzej Braiter
Embaixador da República da Polônia no Brasil

fonte

http://www.studyinpoland.pl/pt/

Sochi

"Uma olimpíada com uma tocha enviada ao Polo Norte e ao espaço, uma estrada pavimentada com "ouro e caviar" – nas palavras de um crítico – com contratos exorbitantes executados por amigos do presidente e um estádio para 40 mil pessoas que será usado apenas duas vezes.

Essas são algumas das peculiaridades dos Jogos de Inverno de Sochi, que começam nesta sexta-feira na Rússia, e estão sendo chamados de a "Olimpíada mais cara da história". O orçamento não-oficial dos Jogos, de US$ 50 bilhões, seria suficiente para custear todas as obras somadas da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos do Rio 2016.

O governo russo afirma que o orçamento oficial é de US$ 7 bilhões – levando em conta apenas obras diretamente ligadas aos Jogos. Mas o governo reconhece que foram gastos os US$ 50 bilhões – quando somados todos os investimentos em infraestrutura na rica região de Sochi, no sul da Rússia.

Em seu planejamento oficial, entre recursos públicos e privados, o Brasil está gastando uma fração desse valor para todas as obras – tanto as de infraestrutura como os estádios.

Segundo o mais recente balanço, divulgado em novembro pelo Ministério do Esporte, a Copa do Mundo de 2014 tem um orçamento de R$ 25,6 bilhões (ou cerca de US$ 10,6 bilhões, com o câmbio atual). Para a Olimpíada de 2016, foi previsto um orçamento de US$ 14,4 bilhões, segundo o documento de candidatura, com valores de 2009"

fonte BBC Brasil

Polônia na olimpiada

Polonês Kamil Stoch leva o ouro no salto com esqui

Polonia 2' medalha

Justyna Kowalczyk, de 31 anos, faturou a segunda medalha de ouro da Polônia na atual edição dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Sochi, na Rússia. A polaca venceu, nesta quarta-feira, a prova dos 10km do esqui cross country clássico, com tempo de 28m17s8.

- ''Significa muito para mim esta medalha de ouro, porque eu quebrei meu pé há duas semanas atrás e lutei muito para competir aqui (Sochi). Eu era uma das favoritas e realmente acreditava que podia vencer. Foram anos de trabalho duro e esta é a quarta medalha de ouro da história da Polônia. Então, penso que é algo realmente grande - comemorou Kowalczyk.''

Sabado espetacular

Polonia mais 2 ouros...

Neste sábado, dia 15 de fevereiro, a Rússia conquistou duas medalhas de ouro e subiu para a terceira colocação no quadro de medalhas das Olimpíadas de Sochi 2014.  Quem também venceu dois ouros, hoje, foi a Polônia com Zbigniew Brodka na Patinação Velocidade 1500 metros Masculino e com Kamil Stoch no Salto de Esqui Pista Longa Masculino. Oitava colocação no quadro de medalhas !
 

Medalhas em Sochi

Com um mega espetáculo de luzes, cores e até humor, a Rússia encerrou neste domingo (23) no estádio Fisht os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014.

A Rússia foi a grande vencedora no quadro final de medalhas com um total de 33, sendo 13 de ouro.

Polonia ficou no 11 lugar com 4 medalhas de ouro, 1 de prata e um de bronze. 

 O destaque individual das Olimpíadas de Sochi foi o norueguês Ole Einar Bjoerndalen. Ele se tornou o maior medalhista da história dos Jogos de Inverno ao conquistar, no total, 13 medalhas, sendo 8 de ouro.

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