Domingo Sala Sao Paulo

A Orquestra Jovem do Estado se apresenta na Sala São Paulo, no dia 7 de maio, às 16h. Sob regência do maestro convidado Michał Klauza, o grupo recebe a solista Agata Szymczewska Violinist para executar repertório polonês, com obras de Andrzej Panufnik, Szymanowski, Mieczysław Weinberg e Wojciech Kilar. 

Klauza é diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Rádio Polonesa e, desde 2015, também ocupa o cargo de regente convidado do Teatro Bolshoi, de Moscou. 

Agata pertence ao estreito círculo dos mais destacados violinistas poloneses de reconhecimento internacional. Desde que recebeu a medalha de ouro na Competição Internacional de Violino Wieniawski, em Poznán, ela tem se apresentado com regularidade pela Europa, Ásia e Américas. Desde 2014, Agata lidera o renomado Quarteto Szymanowski, um dos melhores quartetos de cordas do mundo.O concerto integra a parceria firmada entre a Santa Marcelina Cultura e o Instituto Adam Mickiewicz / Culture.pl, da Polônia.

Katyn

Massacre de Katyn (em polonês/polaco: zbrodnia katyńska; em russo: Катынский расстрел), também conhecido como Massacre da Floresta de Katyn, foi uma execução em massa ocorrida durante a Segunda Guerra Mundial contra oficiais poloneses prisioneiros de guerra, policiais e cidadãos comuns acusados de espionagem e subversão pelo Comissariado do Povo para Assuntos Internos (NKVD), a polícia secreta soviética, comandada por Lavrentiy Beria, entre abril e maio de 1940, após a rendição da Polônia à Alemanha Nazista. Através de um pedido oficial de Beria, datado de 5 de março de 1940, o líder soviético Josef Stalin e quatro membros do Politburo aprovaram o genocídio. O número de vítimas é calculado em cerca de 22 000, sendo 21 768 o número mínimo identificado.[ As vítimas foram executadas na floresta de Katyn, na Rússia, em prisões em Kalinin e Kharkov e em outros lugares próximos. Do total de mortos, cerca de 8 mil eram militares prisioneiros de guerra, outros 6 mil eram policiais e o restante dividido entre civis integrantes da intelectualidade polonesa - professores, artistas, pesquisadores, historiadores, etc - presos sob a acusação de serem sabotadores, espiões, latifundiários, donos de fábricas, advogados, funcionários públicos perigosos e padres.

O termo "Massacre de Katyn" originalmente refere-se especificamente ao massacre na floresta de Katyn, perto das vilas de Katyn e Gnezdovo, localizadas cerca de 19,5 km a oeste de Smolensk, dos oficiais do exército polonês presos no campo de prisioneiros de guerra de Kozelsk. Esta foi a maior das execuções simultâneas perpetradas contra prisioneiros poloneses. Ocorreram outras execuções em campos mais afastados, situados em Starobelsk e Ostashkov, no quartel-general da NKVD em Smolensk, em prisões em Kharkov, Kalinin, Moscou e em locais da Bielorrússia e da Ucrânia ocidental, baseadas em listas de execução de prisioneiros preparadas pela NKVD especialmente para estas regiões. Várias organizações polonesas do pós-guerra investigaram não só os massacres na floresta mas também os ocorridos nestas regiões, e consideram as vítimas polonesas de outras regiões além de Katyn como parte do massacre em geral.

Domingo de Ramos

A mais bela comemoração do Domingo de Ramos acontece na localidade Łyse, na região de Kurpie. A festa é tão famosa que atrai inúmeros turistas, tanto da Polônia, quanto do exterior; e com a sua popularidade foi enriquecida com eventos como feira de artesanato, feira de livros, exposições (incluindo a dos "ramos"), apresentações de grupos folclóricos e cozinha regional. Os ramos produzidos nessa região têm um caráter único, tanto pelo tamanho (entre 1 a 10 metros de altura), como pela maneira como é feito enrolando uma vara com plantas e enfeitando com flores de papel de seda e fitas. Esses ramos levam meses para ficarem prontos e o resultado são verdadeiras obras de arte: pequenas flores parecendo naturais, distribuídas de maneira a formar desenhos. Até hoje são utilizados a aveleira e o pinheiro para formar o esqueleto, e usa-se musgo, zimbro, buxo, teixo para encorpá-lo. Durante o Domingo de Ramos acontece um concurso, no qual são escolhidos os ramos mais belos, que depois podem ser admirados na exposição

fonte internet

Tradições de Páscoa

Sábado Santo

Na tradição polaca a Páscoa é uma festa muito colorida. É o tempo de alegria após o fim de quaresma, antigamente tão rigorosamente obedecida, e o período de práctica de muitos costumes religiosos e populares. As tradições que vêm ainda da Idade Média muitas vezes são practicadas até hoje.

Sábado Santo é o dia de uma expectativa alegre de ressurreição. É quando se prepara a cesta abençoada, ou seja uma cesta adornada com a comida dentro, que depois é levada para ser  abençoada na igreja. Não podem faltar os ovos, símbolo de nascimento e de uma nova vida, o cordeirinho de açúcar (pode ser também de manteiga)  que simboliza a ressurreição do Cristo, pão, sal, frios, rábano silvestre e bolo de festa.  No domingo, após a ressuirreção, come-se as coisas da cestinha. No sul da Polónia, depois de voltar da igreja, todos precisam passar em volta da mesa três vezes com a cestinha. É quando a bênção distribui-se pela casa inteira.

fonte internet

Quaresma "Wielki Post"

Wielki Post * Quaresma
Wielki Post means literally "the Great Fast." Wielki Post significa literalmente "Grande Jejum". Lent is a time of special services, retreats, fasting and individual acts of penance. Quaresma é um tempo de serviços especiais, retiros, jejuns e atos individuais de penitência. Liquor and raucous entertainment are avoided, and very few weddings take place. Bebidas alcóolicas e entretenimento estridente sejam evitados, e muito poucos casamentos acontecem. Meat and snacks are avoided on Ash Wednesday and Fridays during this period. Carnes e lanches são evitados na quarta feira de cinzas e sextas-feiras durante esse período. For Polish Catholics, Lent is the most reflective spiritual season, a time of the church calendar cycle for prayer, fasting, almsgiving, and reflection on the mystical nature of redemption. Para os católicos poloneses, a Quaresma é a estação espiritual mais reflexiva, um tempo de ciclo do calendário da igreja para a oração, o jejum, a esmola, ea reflexão sobre a natureza mística de redenção. Specific to the Polish Roman Catholic celebration of Lent is the Lenten Lamentations, which are sung each week throughout Polonia. Específico para o polonês celebração católica romana da Quaresma é o Lamentações quaresmal, que são cantadas ajoelhado diante do Santissimo Sacramento. Quaresma começa na Quarta Feira de Cinzas.

Quinta-feira Gorda. Tlusty Czwartek

 

Quinta-feira Gorda. A festa internacional do sonho

 Polónia
 

 

Fofo, leve, com uma compota de rosa com uma consistência estaladiça nos dentes. Hoje é Quinta-Feira Gorda – o dia quando na Polónia se come muitos sonhos.

Como diz a lenda, os sonhos pela primeira vez foram preparados por uma austríaca, a senhora Krapf, para alimentar os defensores de Viena atacada pelos turcos no ano 1683. Mas não eram as bolinhas fofas e doces, mas uns pedaços de bolo de pão, fritos na banha e recheados de toucinho. Juntamente com as tropas do rei João III Sobieski que voltava de batalha de Viena, os sonhos chegaram a Polónia. Mas só no século XVIII que se transformaram nas delícias.

Jędrzej Kitowicz na „Descrição dos hábitos e costumes durante o reinado de Augusto III” escrevia: Se acertar no olho com um sonho antiquado, podia deixá-lo azul, hoje o sonho é tão fofo, tão leve, que depois de amassado na mão, espalha-se e volta ao seu volume, e o vento conseguia tirá-lo da bandeja.

Tradicionalmente, come-se os bolos na chamada Quinta-feira Gorda, ou seja na última quinta-feira antes do início de Quaresma. O dia é chamado às vezes também de Carnaval e é quando a tradição admite que se coma sem limite. Os polacos tratam esta regra muito a sério – no nosso país na Quinta-feira Gorda comemos até 100 milhões de sonhos!



Contemporaneamente os sonhos são feitos de farinha de trigo e de fermento e recheados com a compota de rosas ou com pétalas de rosas com açúcar. As pétalas são populares na região de Małopolska, para onde vieram dos países árabes. Há também sonhos recheados com as frutas, pudim ou geléia. O recheio é acresentado manualmente antes ou depois de fritar.

O que pode ser mais pesado na preparação dos sonhos é a recolha das pétalas de rosa.  A recolha pode ser feita apenas em Maio, tarde à noite e antes da madrugada. As pétalas durante a noite são  firmes e absorvem orvalho, mas ficam murchas quando o sol começa a esquentar. Assim que precisam de ser recolhidas antes do nascer do sol e depois, durante 12 horas, transformadas na compota ou misturadas cruas com o açúcar. A compota tradicionalmente precisa ser frita durante três dias.

Uma questão litigiosa é uma característica barra branca visível nos sonhos produzidos em massa. Łukasz Blikle, o filho do mais famoso confeiteiro na Polónia, escreve: „Entre os confeiteiros existem duas posições referentes ao fato se o sonho devia ter esta barra ou não.  Os nossos sonhos nunca tinham tal barra, porque achamos que o sonho devia ter uma superfície uniforme, frita e quaisquer “manchas” não são admitidas”.  Na mais antiga foto dos sonhos de Blikle do ano 1935 notamos que realmente não se vê nenhuma barra.

 

Com a barra ou sem, os sonhos são bolos bastante pesados, porque tradicionalmente são fritos na banha ou modernamente no óleo na profunda gordura. Depois de fritar e resfriar coloca-se o açúcar de confeiteiro ou derrama uma cobertura aguada e adorna com a casca de laranja cristalizada.

Diz-se que se na Quinta-feira Gorda não comermos nem um sonho, então durante  o ano inteiro nada vai dar certo. Mas se calhar é apenas uma conspiração dos confeiteiros.

Monika Kucia

Monika Kucia – jornalista culinária, autora de „Cuisine PL”, uma publicação que promove a gastronomia polaca durante a presidência da Polónia na UE. Autora, juntamente com Kurt Scheller do livro „Cozinha polaca que não conhecem”. Publica regularmente, entre outros, nas revistas „Traveler”, „Weranda Country”, „Food Service”, „Ona & Styl” e „Kaleidoscope”.

OS EXCELENTES BOLOS QUEIMADOS

„Querendo ter os sonhos para, por exemplo, às nove da noite, é preciso arrancar com o trabalho às duas. Uma metade de quarto de farinha queimar com uma metade de quarta de leite fervente, bater sem parar, e quando esfriar misturar com 15 gemas, batidas com a metade de massa de açúcar, derramar quatro lotes de fermentos, ralados num quarto do leite, bater a espuma de dez calaras de ovo, pôr o bolo e deixar assim até crescer. Quando já crescer bem, acrescentar o quarto de farinha tendo cuidado para que o bolo seja livre que nem para o pastel, colocar sal e depende de que gosta para o cheiro, ou seja, a casca de limão, noz-moscada ou duas batidas amêndoas amargas, e quando já estão bem feitas, acrescentar um quarto de libra de manteiga jovem e misturar por cerca de uma hora, até o momento quando se separar da mão ou da colher, pôr a farinha e deixar para que cresça na temperatura de 25 graus de Celsius. Tomar conta para que o bolo não cresça demais. Quando o bolo começar a crescer, fazer logo os sonhos, sem rolar e sem esticar, apenas pôr na tábua, tirar o pedaço de bolo que precisa para um sonho, colocar as compotas de ginjas separadas do xarope no dia anterior, cortar com o pequeno vaso de cerveja e colocar na peneira, fazendo tudo na temperatura de 25 graus de Ceslius, se está frio na cozinha, guardar a tábua em cima de um tronco naturalmente quente com um pequeno lume aceso. Ao fazer todos os sonhos, deixá-los na peneira, sempre no quente para que cresçam bem, só então esquentar a banha na panela funda, acrescentar um copo de álcool puro para tirar o cheiro de banha, e quando provado com o pedaço de bolo a gordura ferver e assobiar, começar a colocar 4 e não mais sonhos e fechando a placa da cozinha, fritar no lume pequeno. Na hora de fritar virar com o garfo para o outro lado. A gordura tem de estar muito quente,  e o lume pequeno para que o sonho tenha tempo e possibilidade de crescer, então dobra-se o seu volume e a delicadeza, os sonhos são iguais, fofos e grandes. Se o lume for forte demais, os sonhos ficam logo vermelhos, não crescem na panela e ficam murchos. Retirar com uma colher de colador e logo colocar o açúcar com baunilha (...). Desta proporção devem ter 35 até 40 sonhos”.

A receita vem do livro „Cozinha polaca nas receitas de Lucyna Ćwierczakiewiczowa”

fonte:Portal Oficial de Promoção da Republica da Polonia

Dia dos Reis

Dia dos Reis, 6 de Janeiro e Feriado na Polonia 

O Dia de Reis, segundo a tradição cristã, seria aquele em que Jesus Cristo recém-nascido recebera a visita de "alguns magos do oriente" (Mateus 2:1) que, segundo o hagiológio, foram três Reis Magos, e que ocorrera no dia 6 de janeiro. A noite do dia 5 de janeiro e madrugada do dia 6 é conhecida como "Noite de Reis"

 

Dezembro mês de Natal..

 

 

A comemoração de Natal na Polônia é uma festa muito animada. As festividades remetem a tradições eslavas. Muitos dos costumes sobreviveram não só no interior do país, como também nos centros urbanos.No início da noite, quando aparecem as primeiras estrelas, as famílias põem a mesa para a ceia. Até as pessoas falecidas recebem um lugar à mesa. Os conhecidos que não tiverem família são convidados para a festa. Nem os animais ficam de fora. Eles recebem um pedaço de pão ázimo, para não ficarem doentes. De acordo com a lenda, os bichos têm o poder de falar com voz humana à meia-noite. A atração culinária é a ceia da véspera de Natal. Antigamente, a refeição incluía 12 pratos,em memória aos 12 apóstolos. Hoje, a ceia é mais modesta, com apenas um prato principal, de preferência peixe. No dia 25, geralmente vai para a mesa um ganso assado. Embora a culinária natalina na Polônia inclua diversos tipos de bolo, não se constuma mais fazer os enormes banquetes de antigamente, que custavam uma verdadeira fortuna.

 

Andrzejki

Andrzejki são bastante populares na Polônia, antigamente chamados jędrzejówki - noite das adivinhações, na noite de 29 para 30 de novembro. A festa cai na véspera do dia de Santo André, o Santo padroeiro da Grécia, Rússia e Escócia.

 “Na festa de Sto. André as moças

têm esperança nas adivinhações”.

 

 A primeira menção polonesa sobre este costume surgiu em 1557, na “Comédia de Justina e Konstancja”. Esta brincadeira divertida das moças tinha que revelar para elas não só o nome e a aparência aproximada do futuro marido, mas também de que parte do mundo viria o amado. Há muito tempo as previsões eram um elemento cultural importante de várias celebrações. Apesar da adoção do cristianismo, as crenças e os ritos pagãos sobreviveram por muitos séculos. Os arcaísmos daqueles tempos são preservados até hoje no nosso folclore. No entanto, deve-se salientar que, oficialmente as previsões foram abandonadas e hoje em dia o cristianismo as condena. Foram mantidas apenas aquelas aparentemente inocentes e que são parte residual de nossa tradição. As práticas polonesas quanto a este tema, na verdade, não são significativamente diferentesdaquelas conhecidas em outros países europeus. Um exemplo é a cartomancia com cartas ou folhas de chá. Um argumento para fazer uma adivinhação pode ser: umespirro... prosperidade; coceira nos olhos... a tristeza se aproxima; orelhas quentes... alguém fala de nós; um soluço... lembrança carinhosa; coceira na mão direita... cumprimento, na mão esquerda entrada de dinheiro. Comumente também se faz previsões com plantas – trevo de quatro folhas, espiga dupla de cereais, folhas de acácia, flores de camomila, assim como com as “estrelas cadentes”.  Na festa de Santo André costuma terminar o ano da litúrgico. Este apóstolo nasceu no séc. I da nossa era, em Betsaida na Galiléia. Acima de tudo, foi Santo padroeiro dos Duques de Borgonha, que abraçaram a sua cruz como emblema de toda a Borgonha. Já era venerado no séc. IV. Pensava-se que a noite de Sto. André (29/30 novembro) é o momento mais adequado para tomar decisões importantes na vida. Sto. André era protetor de muitos grupos sociais, entre outros: os distribuidores de água, pescadores, mineiros e marinheiros. Mas era também o ‘destinatário’ de uma grande quantidade de orações de jovens que pediam um bom casamento. Quando se trata de previsões, o derramar cera gozava de grande sucesso. E assim é hoje. As moças derramam cera fluida em uma bacia com água. Cria-se uma forma solidificada que forma sombra após remover da água.De seu formato prevê-se o futuro e lê-se uma data próxima ou distante do casamento.

A interpretação e a explicaçãosobre estas figuras sólidas são explicadas pelos símbolos: anjo ou imagem alada – uma boa notícia; portão ou porta –um novo caminho de vida; uma árvore ou flor – boa sorte; um vaso – indicação de saúde; frutas – prosperidade. É claro que todas as moças sonham com um palácio que é sinal deum príncipe encantado.  Outro costume de Andrzejki era provar uma maçã. Antes de ir dormir a moça deveria morder esta fruta do paraíso e colocava-a embaixo do travesseiro. Fazia-o com fé de que o amado virá experimentá-la também .... ou, ao menos, que nesta noite sonhará com ele.  Além de derramar cera, são populares até hoje as previsões feitas com sapatos. Reunidas em um cômodo as moças colocam seus sapatos uns atrás dos outros em fila.

O sapato daquela que mais rápido encontrar-se na soleira daporta, vai casar em breve. Outra forma de diversão de Andrzejki é atirar um sapato sobre a cabeça. Se ele cair com a sola virada para o chão e a ponta na direção da porta significa deixar rápido a casa da família.Antes do advento Andrzejki é o tempo de danças e brincadeiras, durante o qual são servidos, com frequência, docinhos e bebidas leves. 

inf,fot: internet

11 de NOVEMBRO

Dia 11 de Novembro Polonia comemora Dia de Independencia.

Feriado Nacional, sera marcado por um abiente festivo. A Polonia recuperou sua independencia (Segunda Republica Polonesa), no final da Primeira Guerra Mundial) em 1918.

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