Mês das Mulheres (especial)

Há um século, uma jovem pesquisadora polonesa surpreendia a ciência com a descoberta da radiatividade. Marie Curie é, até hoje, a única mulher no seleto grupo de cientistas que ganharam dois prêmios Nobel.

Parece um conto de fadas. Maria Sklodowska – depois, Marie Curie – era uma menina pobre, de inteligência extraordinária, filha de um professor polonês de Física e Matemática. O pai foi infeliz nos negócios e levou a família à ruína. Marie e sua irmã, Bronia, foram obrigadas a trabalhar para viver, mas nunca desistiram do projeto de cursar uma faculdade. Só que não havia vagas para mulheres em cursos superiores de ciência na Polônia. Maria empregou-se como governanta, em Varsóvia, para sustentar os estudos de Medicina de Bronia em Paris. Depois, trocaram. A irmã, trabalhando na Polônia, sustentou o curso de Física de Maria na Sorbonne. Em Paris, vivia no limite da miséria. Passava a pão, manteiga e chá. Formou-se, em 1893, aos 26 anos, em primeiro lugar. Um ano depois formou-se também em Matemática, em segundo lugar na turma. Conheceu, então, Pierre Curie, um professor de 35 anos, de quem herdaria o nome. Casaram-se e foram trabalhar juntos no laboratório dele. A sorte lhe sorria.

Em 1896, pesquisando para o doutorado, interessou-se por um novo fenômeno, a emissão de raios pelos sais de urânio, descoberta naquele ano pelo físico Antoine Becquerel (1852-1908). Marie aprofundou as pesquisas e descobriu que a radiatividade, como ela mesma batizou, era uma propriedade dos átomos. Ou seja: compostos diferentes de urânio emitem a mesma quantidade de raios se tiverem a mesma quantidade do elemento radiativo. Sua maior descoberta veio em 1898, quando apresentou ao mundo dois novos elementos radiativos: o rádio e o polônio. Em 1903, tornou-se a primeira mulher na França a obter o título de doutor. No mesmo ano, ganhou o Prêmio Nobel de Física junto com o marido, Pierre, e Becquerel, pelos trabalhos sobre a radiatividade.

Em 1906, Pierre morreu tragicamente, atropelado por uma carruagem. Marie dedicou-se como nunca à ciência e às duas filhas – uma delas, Irène, ganharia o Nobel de Química em 1935. Em 1911, depois de se tornar a primeira mulher a lecionar na Sorbonne, Marie Curie ganhou o segundo Nobel, agora em Química, pela descoberta dos novos elementos. Tornou-se mundialmente famosa. “Ela foi a única pessoa a quem a glória não corrompeu”, disse Einstein.

fonte : internet

Mês das Mulheres

Especial Mês das Mulheres

Irena Sendler (em polonês: Irena Sendlerowa, nascida Krzyżanowska). Nasceu em 15 de fevereiro de 1910 na cidade de Otwock, Polônia e faleceu em 12 de maio de 2008, também conhecida como "O Anjo do Gueto de Varsóvia," foi uma ativista católica dos direitos humanos durante a Segunda Guerra Mundial, tendo contribuído para salvar mais de 2.500 vidas ao conseguir que várias famílias cristãs escondessem filhos de judeus no seio do seu lar e ao levar alimentos, roupas e medicamentos às pessoas barricadas no gueto, com risco da própria vida.

"A razão pela qual resgatei as crianças tem origem no meu lar, na minha infância. Fui educada na crença de que uma pessoa necessitada deve ser ajudada com o coração, sem importar a sua religião ou nacionalidade."

Primavera

Primavera na Polônia

Em poucos dias vai começar a primavera, uma estação cheia de vida e alegria. Com a chegada da primavera voltam à vida ativa muitos representantes da fauna e flora local, adormecidos durante o inverno.

Voltam as cores, Polônia começa a partir de Março a brilhar de novo. Algo que se reflete nas suas gentes. As temperaturas aqui começam outra vez a ser muito cômodas, entre 10 e 20 graus centígrados.

 

Oscar 2015

Ida (filme), do diretor de Pawel Pawlikowski, leva o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro. A longa polonês inaugura a estatueta para o país, que já teve dez indicações. 

fonte internet

 

..jovem de 67 anos..

ALEKSANDER DOBA - AVENTUREIRO DO ANO DE 2014!

O polonês foi escolhido por votação popular feita pela revista National Geographic.

"Se um jovem de 67 anos pode fazê-lo, você pode fazê-lo, também." - Aleksander Doba

11/02/2015 - Foi contabilizado um recorde de 521.000 votos no total.

Mas só pode haver um vencedor na Escolha Popular Adventurer of the Year, e o prêmio vai para Aleksander Doba. Com 67 anos, o aventureiro polonês fez a mais longa travessia de caiaque em águas abertas do Atlântico na história. Usando apenas a sua força dos braços e força de vontade considerável, Doba remou 7700 milhas em seu caiaque de 23 pés, OLO , partindo em outubro de 2013 a partir de Lisboa e chegada seis meses mais tarde, na Flórida. O engenheiro mecânico aposentado, agora com 68 anos, é a única pessoa de caiaque que atravessou o Atlântico, de continente a continente, sozinho, sem ajuda, e sob seu próprio poder. Ele lutou contra ondas de 30 pés e ficou preso no Triângulo das Bermudas. Suas habilidades de engenharia foram testadas outra vez.

Doba não está desligado do remo ainda. Na Primavera de 2016, aos 70 anos de idade, ele planeja tentar atravessar o Oceano Atlântico por caiaque novamente, desta vez a partir de Nova York e terminando na Europa.

fonte internet

 

A 70 anos..

Hoje o mundo lembra as atrocidades do nazismo, no aniversario de 70 anos da libertação do complexo de campos de conçentração e extermínio de Auschwitz-Birkenau em 1945. Durante 5 anos (1940-1945) 1,5 milhão de pessoas de diferentes etnias  foram mortas, enrte judeus, prisioneiros de guerra, presos políticos, homens, mulheres,crianças e idosos. 

1863

Revolta de Janeiro

A Revolta de Janeiro foi a mais longa insurreição polonesa contra a Rússia tsarista: começou em 22 de janeiro de 1863, e os últimos insurgentes não foram capturados até 1865. Começou com um protesto espontâneo por jovens poloneses contra o alistamento no Exército russo. A revolta foi logo apoiada por vários políticos e oficiais de alta patente polonesa do exército tsarista. Os revoltosos, logo cresceram em número e sem qualquer ajuda externa, foram forçados a recorrer à táticas de guerrilha. Os insurretos não conseguiram qualquer vitória militar importante e nem no decorrer da campanha, qualquer grande cidade ou fortificação foi recapturada na Polônia ocupada. A revolta conseguiu, contudo, sucesso em neutralizar o efeito da abolição pelo Tsar da servidão na partição russa, que tinha sido planejada para convencer os camponeses poloneses a não serem mais o suporte do restante da nação. As severas represálias contra os poloneses devido à revolta, tais como execuções públicas ou deportações para a Sibéria, levaram muitos poloneses a abandonar a luta armada e a retornar à ideia de "trabalho orgânico" - o auto-aperfeiçoamento econômico e cultural.

IDA

Drama polones "Ida" filme sobre fantasmas de Holocausto. 

Filme indicato ao Globo de Ouro e integrante de pre-lista de nove candidados ao Oscar de filme estrangero.

Estreio nos cinemas no Brasil.

 

Zapusty

Zapusty é o nome polonês dado ao período do Carnaval que começa no dia dos Três Reis Magos e termina na terça-feira antes da Quarta de Cinzas. A tradição das comemorações carnavalescas foi trazida para a Polônia provavelmente pela rainha Bona, a princesa italiana que casou com o rei Zygmunt o Velho em 1518. Portanto as raízes das tradições são mediterrâneas e remetem aos cultos greco-romanos ao deus Dionísio ou Baco que deram origem aos bailes de máscaras de Veneza e aos festivais romanos – maccoletti.

Feliz Natal

 

O Natal é, junto com a Páscoa, a festividade religiosa mais importante da Polônia. As suas tradições desenvolveram-se ao longo dos séculos, quando os costumes pagãos entrelaçaram-se com os que foram introduzidos pela Igreja. A sua forma foi influenciada também por outros ritos religiosos e tradições populares (o folclore). Atualmente o Natal tem caráter de uma festividade familiar e é comemorado principalmente junto com os entes mais próximos.

Advento – Na liturgia e nos costumes populares, o Natal é precedido por três semanas (quatro domingos) de espera, chamada Advento. Nesse período os fieis participam das “roraty”, missas dedicadas à Santíssima Virgem Maria. Antigamente, em algumas regiões do país, fazia-se coroas de galhos de pinheiro que eram suspensas no primeiro domingo do Advento sob o teto das casas e em cima das quais colocava-se uma vela acesa. Cada domingo acrescentava-se mais uma vela. Tradicionalmente, faz-se também pães de mel de Natal, enfeites para o pinheiro e envia-se cartões para os familiares e amigos. No período do Advento, no dia 6 de dezembro, acontece o dia de São Nicolau, quando as crianças ganham pequenos presentes, colocados nos sapatos ou embaixo do travesseiro. Durante todo o Advento até o dia dos Três Reis Magos (6 de janeiro), em algumas regiões da Polônia, nas aldeias pode ver-se os “gwiazdorzy” que andam de casa em casa cantando canções natalinas, declamando versos ou representando peças natalinas.

A Véspera de Natal (“Wigilia”) é tradicionalmente o dia que antecede o Natal e termina o período de Advento. Antigamente era uma preparação para as festividades. Nesse dia limpava-se a casa e decorava-se a com ramos de cereais, colocados nos cantos dos quartos. Eles simbolizavam prosperidade e abundância. Além disso, as casas eram enfeitadas com galhos de abeto ou pinheiro. O costume de enfeitar uma árvore apareceu na Polônia somente no século XVIII.

Tradicionalmente, o Natal começa após o escurecer, quando aparece “a primeira estrela”. É uma referência simbólica à Estrela de Belém, que anunciou o nascimento de Jesus para os três Reis Magos. A ceia, começa com uma oração e leitura de um fragmento do Evangelho de Mateus ou o Evangelho de Lucas, na parte que fala do nascimento de Jesus. Depois todos repartem entre si a hóstia “opłatek” desejando-se felicidades. Em cima da mesa, coberta com uma toalha branca, com feno embaixo, é colocado um prato a mais do que o número de pessoas. O lugar adicional à mesa natalina é para algum convidado inesperado ou alguma pessoa querida que esteja ausente. Pois diz-se que, nesse dia, ninguém deve estar sozinho.

“Opłatek” – O momento mais solene da ceia da Véspera de Natal é a divisão da hóstia e os desejos de felicidades. Esse costume remete à Última Ceia e repartição do pão entre Jesus e os seus discípulos. Na tradição da Igreja, a hóstia é um remanescente da tradição cristã antiga das eulógias – pães especiais que eram depositados na altar. Elas eram símbolo do amor e união dos cristãos e símbolo da união com Deus. Mais tarde, essas características foram absorvidas pela hóstia natalina, cujo costume surgiu no início do século XX.

Os pratos – Dependendo da região e das tradições familiares, o conjunto de pratos na ceia de Natal é diferente, porém, tradicionalmente deve haver na mesa todos os frutos da terra e os diferentes pratos devem ser doze. É necessário provar cada um deles para garantir a felicidade durante o ano todo. Os mais típicos são “barszcz z uszkami” (sopa de beterraba com massa recheada – para essa ocasião o recheio é feito só de repolho, cebola e cogumelos, e o caldo cozido só com verduras e cogumelos - em algumas regiões substituído por sopa de cogumelos, de frutas ou de peixe), peixes, preparados das mais diversas formas, começando pela mais tradicional carpa assada e carpa na gelatina, repolho com ervilhas, repolho com cogumelos, “pierogi” (pastéis cozidos) com repolho, “kasza” (grãos) com cogumelos, feijão com ameixas secas, salgados assados recheados com cogumelos, bolinhos de arroz com molho de cogumelos, macarrão com sementes de papoula, açúcar e mel, pães doces com suco de frutas secas cozidas, sopa de amêndoas, “kulebiak” (pastelão assado com recheio de repolho e cogumelos), “gołąbki” (enroladinhos de repolho com recheio de arroz) e “kutia” (um prato doce feito com grãos de trigo, papoula, amêndoas e passas de uva). De acordo com a tradição polonesa, os pratos não podem conter carne e nem gordura animal.

“Kolędy” – Um elemento muito importante das comemorações de Natal é o canto de “kolędy” (cantos natalinos). Na tradição polonesa existem centenas deles e os mais antigos remontam à Idade Média. Mas o seu maior desenvolvimento aconteceu nos séculos XVII e XVIII, quando surgiram os mais populares como “Wśród nocnej ciszy” (No silêncio da noite), “Lulajże, Jezuniu” (Nana pequeno Jesus), ou “Bóg się rodzi” (Deus está nascendo). Em algumas regiões da Polônia as casas são visitadas pelos “kolędnicy” que cantam cantos natalinos e desejam felicidades.

“Pasterka” – A noite da véspera de Natal é finalizada pela missa solene realizada à meia-noite nas igrejas. De acordo com a tradição, é para lembrar a chegada dos pastores em Belém, que foram os primeiros a homenagear o recém nascido Jesus. O costume da missa noturna foi implantado na Igreja no século V e chegou na Polônia junto com o cristianismo.

O dia seguinte, 25 de dezembro é chamado de primeiro dia de Natal e o dia 26 dezembro é o segundo dia de Natal, comemorado para homenagear São Estevão, o primeiro mártir do cristianismo.

fonte : internet

 

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